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DICAS BÍBLICAS DE SETEMBRO
O DISCURSO APOSTÓLICO
Mateus 10,1-42



    A Introdução ao Mês da Bíblia e ao Evangelho de Mateus, deu início ao nosso estudo; no mês de agosto refletimos sobre o primeiro Discurso da Montanha. Neste mês de setembro Mateus nos apresenta o Discurso Apostólico, que Jesus profere aos doze apóstolos, confiando-lhes uma missão, o que deviam fazer, atitudes a tomar, as consequencias dessa missão, recomendações e as conclusões do discurso.

    Quem são os doze? Por que doze? São homens simples, de origem e mentalidade diferentes, pelos seus nomes são na maioria judeus e, gregos: Simão, chamado Pedro, André, seu irmão; Tiago, filho de Zebedeu, e João, seu irmão; Filipe e Bartolomeu; Tomé e Mateus, o publicano; Tiago, o filho de Alfeu, e Tadeu; Simão, o zelota, e Judas Iscariotes. A tradição identificou Natanael (Jo 1,44) com Bartolomeu, Levi (Mc 2,13; Lc 5,27) com Mateus (Mt 9,9). O destino de Judas Iscariotes é antecipado. Os escolhidos são doze como as tribos de Israel (Mt 19,28). São homens simples, na sua maioria pescadores, um publicano e um zelota. Jesus os agrega ao seu redor para dar-lhes uma sólida formação, e realiza com eles estágios apostólicos, enviando-os em missão.

    Qual é essa missão? A proclamação da proximidade do Reino dos céus, a cura dos doentes, a ressurreição dos mortos, a purificação dos leprosos, a expulsão dos demônios. Eles devem realizar esta missão de graça porque tudo receberam de graça, nada levem em seus cintos como: ouro, prata, cobre, nem alforje, nem duas túnicas, nem sandálias, nem cajado, pois, o operário é digno do seu sustento. Ao entrarem no povoado se informem se há alguém digno de recebê-los, e ao entrarem na casa saúdem os seus moradores e se os receberem desça a paz sobre eles. Caso contrário, a paz volte a eles, recomendando-lhes de serem simples e prudentes. Dos vv.17-39 os ensinamentos e recomendações de Jesus, ultrapassam o horizonte desta primeira missão dos doze. Mateus os reúne aqui, quando em Marcos e Lucas se encontram ao longo dos seus evangelhos.

    Quase no final do discurso, Jesus propõe a renúncia aos pais, familiares, e a si mesmo, para tomar a sua cruz e segui-lo, quem assim fizer, será digno de ser discípulo de Jesus. E “aquele que acha a sua vida, a perderá, mas quem perde a sua vida por causa de mim, a achará” disse Jesus (Mt 10,39). E na conclusão desse discurso, Mateus quer dizer à comunidade: os apóstolos representam a Jesus que os envia, como Jesus representa o Pai que o enviou. Assim, quem recebe um profeta na qualidade de profeta, receberá a recompensa de profeta, um justo na qualidade de justo receberá a recompensa de justo e por fim, o mais simples gesto que alguém fizer a um pequenino, como dar um copo d’água por ser seu discípulo, receberá a sua recompensa.
 
   
 

Para refletir:

1.    Você se animaria a acolher o chamado de Jesus, segundo as exigências que ele faz aos apóstolos?
2.    Estaria disposto ou disposta, a assumi-las mesmo conhecendo as consequências que elas implicam?
ENCONTRO COM CATEQUISTAS DE CRISMA

Nosso Bispo Dom Tomé, se reuniu com os catequistas de crisma de toda a Diocese. O encontro aconteceu no domingo dia 31 de março, na casa de Retiro Santo André. Neste dia os catequista tiveram uma formação para um aprofundamento sobre o Sacramento da Crisma.

 

 

 

CATEQUESE 2º ANO DE CRISMA

Neste último sábado, o encontro de catequese teve como tema: "Instituição da Eucaristia", onde os crismandos puderam fazer a experiencia da partilha e a reflexão do gesto de Jesus em lavar os pés dos discípulos.

 

 

DICAS BÍBLICAS - MARÇO 2014
A tentação de Jesus


Jesus foi conduzido ao deserto pelo Espírito, 
para ser posto à prova pelo diabo.


Texto de Mt 4,1-11

O relato das tentações de Jesus segundo Mateus é um sumário das tentações que acompanham Jesus ao longo de toda sua vida. Ao contrário do primeiro ser humano, que Deus chamou à existência, infundiu o seu próprio “sopro”,  tirou-o do pó. É obra do coração de Deus, do seu amor e, enigmaticamente aparece a serpente, símbolo do mal do ser humano, e a força de sedução distorce o mandamento de Deus e  oleva a negar na sua condição de criatura, portanto, a negar sua referencia a Deus. O mal desumaniza o ser humano. 

O ser humano é colocado diante da tentação tem duas  alternativas pelas quais ele pode decidir: confiar em Deus ou se deixar levar pela tentação do mal. Infelizmente, o ser humano se deixou envolver pela sedução do mal.

Jesus não permite que a voz do mal ressoe nele. Pela apropriação da Palavra de Deus, por sua comunhão com o Pai, ele vence o mal; ele vence o mal pela confiança inabalável em Deus. As tentações de Jesus dizem respeito à sua filiação divina e à sua missão. É na condição de Filho de Deus e em relação ao seu messianismo que Jesus é tentado. Jesus não se prosterna diante do mal, pois sua vida está profundamente enraizada em Deus; somente a Deus ele adora.

As tentações de Jesus acontecem no deserto, onde ele é conduzido pelo Espírito. O deserto lembra o tempo da gestação do projeto de Deus para o povo de Israel. Foi lá que forjaram, a duras penas, um projeto de sociedade alternativa, onde o poder fosse partilhado gerando a liberdade.

Mateus recorda que Jesus foi tentado durante quarenta dias e quarenta noites. Esse número é simbólico. Lembra o período em que Moisés ficou na montanha, sem comer nem beber, a fim de receber, na intimidade com Deus, o contrato da aliança para a nova sociedade. Lembra ainda o tempo em que Elias permaneceu no monte Horeb, lembra os quarenta anos dos hebreus no deserto.

O diabo tenta Jesus para que abuse do poder de Deus a fim de se livrar da morte. Jesus recusa ser o messias do prestígio. Recusa-se escapar da morte, pois o projeto de Deus, que é realizar a justiça de Deus passa pela morte. O diabo volta a propor que Jesus realize a justiça do Reino mediante a usurpação do poder. Jesus recusa-se ser o messias do poder. “O diabo deixou Jesus, os anjos de Deus se aproximaram e o serviram”.

Vamos pensar um pouco
1 - O Ser humano tanto ontem quanto hoje sucumbe às tentações do mal: ao ter, ao prazer e ao poder. Enquanto Jesus resiste e vence às tentações pela sua livre escolha em permanecer fiel ao projeto do Pai. Qual é a tentação diante da qual eu não resisto?
2 – Jesus realiza a justiça do Reino vencendo a tentação da abundância, prestígio e poder. Como vencer a tentação do acúmulo e do poder?

Fonte: 
A Bíblia dia a dia 2014 – Paulinas 

SEMANA CATEQUÉTICA

1º dia - 17/02/2014
Tema: O que se entende por iniciação à vida Cristã

Quem nos apresentou o tema do primeiro dia foi o Padre Roberto, que nos falou sobre o objetivo da Catequese.

 

 









2º dia - 18/02/2014
Tema: Catequese a Serviço da iniciação à Vida Cristã

Este tema foi apresentado pelo Padre Zezinho, e que nos falou sobre a continuidade da vida cristã.

 

 









3º dia - 19/02/2014
Tema: A pessoa do catequista

Neste ultima dia de formação, a Catequista Vanilda nos apresentou o tema, falando do catequista ser o portador da Palavra do Senhor.

 

 

 


GESTOS DURANTE A SANTA MISSA


As posições utilizadas na Missa refletem o estado que a alma do fiel deve ter no momento em que ela é utilizada. Mais do que atos externos e mecânicos, elas salientam a importância de determinadas partes da Missa e apontam ao fiel como deve se portar interiormente nelas.

Assim, a posição em que mais tempo ficamos durante a Missa é em pé. Ficamos em pé durante os Ritos Iniciais, na Seqüência, na Aclamação ao Evangelho e em sua Proclamação, na Profissão de Fé, na Oração Universal, e desde logo antes do “Orai, irmãos...” – durante o Ofertório – até a Epíclese ou a Consagração – conforme o costume –, desde a Aclamação que se segue ao “Eis o Mistério da Fé” até a Comunhão do Sacerdote, e da Oração depois da Comunhão até a Despedida. Ficamos sentados durante as leituras da Liturgia da Palavra, durante a Homilia, e durante o Ofertório. Podemos ficar sentados também enquanto outros fiéis estão na procissão para recepção da Comunhão, ou após comungarmos, na Ação de Graças. Ficamos, por fim, ajoelhados, na Consagração, e, onde for costume, também após receber a Santa Comunhão e no Ato Penitencial. É costume, outrossim, que os que não podem comungar, por qualquer motivo, ajoelhem-se para fazer um ato de comunhão espiritual, que, todavia, pode ser feito de pé ou mesmo sentado, ainda que o recomendável seja a primeira posição – de joelhos.

A genuflexão é um ato que consiste em dobrar apenas o joelho direito, encostando-o no chão – e não apenas fazendo uma espécie de “meia genuflexão”. O sacerdote faz tal gesto logo após a Consagração, uma vez depois de cada espécie (portanto, temos aí duas genuflexões). Também deve o celebrante genufletir antes de comungar (terceira genuflexão). Se houver sacrário no presbitério, o sacerdote e os ministros genufletem quando passarem por ele, no início e no fim da Missa, exceto o acólito que carrega a cruz processional, mas não durante a mesma. Os fiéis devem genufletir, durante e fora da Missa, sempre que passarem pelo sacrário, exceto se caminharem processionalmente; havendo apenas o altar sem o tabernáculo, faz-se a inclinação profunda – vênia.

Faça-se inclinação de cabeça aos nomes de Jesus, de Maria Santíssima e ao nomear conjuntamente as Pessoas da Trindade.

As posições utilizadas na Missa refletem o estado que a alma do fiel deve ter no momento em que ela é utilizada. Mais do que atos externos e mecânicos, elas salientam a importância de determinadas partes da Missa e apontam ao fiel como deve se portar interiormente nelas.

Assim, a posição em que mais tempo ficamos durante a Missa é em pé. Ficamos em pé durante os Ritos Iniciais, na Seqüência, na Aclamação ao Evangelho e em sua Proclamação, na Profissão de Fé, na Oração Universal, e desde logo antes do “Orai, irmãos...” – durante o Ofertório – até a Epíclese ou a Consagração – conforme o costume –, desde a Aclamação que se segue ao “Eis o Mistério da Fé” até a Comunhão do Sacerdote, e da Oração depois da Comunhão até a Despedida. Ficamos sentados durante as leituras da Liturgia da Palavra, durante a Homilia, e durante o Ofertório. Podemos ficar sentados também enquanto outros fiéis estão na procissão para recepção da Comunhão, ou após comungarmos, na Ação de Graças. Ficamos, por fim, ajoelhados, na Consagração, e, onde for costume, também após receber a Santa Comunhão e no Ato Penitencial. É costume, outrossim, que os que não podem comungar, por qualquer motivo, ajoelhem-se para fazer um ato de comunhão espiritual, que, todavia, pode ser feito de pé ou mesmo sentado, ainda que o recomendável seja a primeira posição – de joelhos.

A genuflexão é um ato que consiste em dobrar apenas o joelho direito, encostando-o no chão – e não apenas fazendo uma espécie de “meia genuflexão”. O sacerdote faz tal gesto logo após a Consagração, uma vez depois de cada espécie (portanto, temos aí duas genuflexões). Também deve o celebrante genufletir antes de comungar (terceira genuflexão). Se houver sacrário no presbitério, o sacerdote e os ministros genufletem quando passarem por ele, no início e no fim da Missa, exceto o acólito que carrega a cruz processional, mas não durante a mesma. Os fiéis devem genufletir, durante e fora da Missa, sempre que passarem pelo sacrário, exceto se caminharem processionalmente; havendo apenas o altar sem o tabernáculo, faz-se a inclinação profunda – vênia.

Faça-se inclinação de cabeça aos nomes de Jesus, de Maria Santíssima e ao nomear conjuntamente as Pessoas da Trindade.
As posições utilizadas na Missa refletem o estado que a alma do fiel deve ter no momento em que ela é utilizada. Mais do que atos externos e mecânicos, elas salientam a importância de determinadas partes da Missa e apontam ao fiel como deve se portar interiormente nelas.

Assim, a posição em que mais tempo ficamos durante a Missa é em pé. Ficamos em pé durante os Ritos Iniciais, na Seqüência, na Aclamação ao Evangelho e em sua Proclamação, na Profissão de Fé, na Oração Universal, e desde logo antes do “Orai, irmãos...” – durante o Ofertório – até a Epíclese ou a Consagração – conforme o costume –, desde a Aclamação que se segue ao “Eis o Mistério da Fé” até a Comunhão do Sacerdote, e da Oração depois da Comunhão até a Despedida. Ficamos sentados durante as leituras da Liturgia da Palavra, durante a Homilia, e durante o Ofertório. Podemos ficar sentados também enquanto outros fiéis estão na procissão para recepção da Comunhão, ou após comungarmos, na Ação de Graças. Ficamos, por fim, ajoelhados, na Consagração, e, onde for costume, também após receber a Santa Comunhão e no Ato Penitencial. É costume, outrossim, que os que não podem comungar, por qualquer motivo, ajoelhem-se para fazer um ato de comunhão espiritual, que, todavia, pode ser feito de pé ou mesmo sentado, ainda que o recomendável seja a primeira posição – de joelhos.

A genuflexão é um ato que consiste em dobrar apenas o joelho direito, encostando-o no chão – e não apenas fazendo uma espécie de “meia genuflexão”. O sacerdote faz tal gesto logo após a Consagração, uma vez depois de cada espécie (portanto, temos aí duas genuflexões). Também deve o celebrante genufletir antes de comungar (terceira genuflexão). Se houver sacrário no presbitério, o sacerdote e os ministros genufletem quando passarem por ele, no início e no fim da Missa, exceto o acólito que carrega a cruz processional, mas não durante a mesma. Os fiéis devem genufletir, durante e fora da Missa, sempre que passarem pelo sacrário, exceto se caminharem processionalmente; havendo apenas o altar sem o tabernáculo, faz-se a inclinação profunda – vênia.

Faça-se inclinação de cabeça aos nomes de Jesus, de Maria Santíssima e ao nomear conjuntamente as Pessoas da Trindade.

 Salvem a Liturgia
DICAS BÍBLICAS - FEVEREIRO 2014

Vós sois a luz do mundo.



Texto de Mt 5,13-16

As imagens do sal e da luz, apresentadas neste texto de Mateus, permitem definir a identidade dos discípulos. O sal serve para dar sabor, para conservar e purificar; é, ainda, ingrediente indispensável para o sacrifício e a aliança.

O sal
O sal utilizado na aliança simboliza a perenidade do pacto.  Os discípulos, pela graça de Cristo, dão sabor ao mundo, sentido à existência humana. No entanto, é preciso estar atentos, pois o sal pode ser adulterado; quando isso acontece, ele não serve para mais nada, perdeu sua função.
O sal aparece como imagem do que purifica, do que dá sabor, do que conserva e dá vida aos alimentos.  No Evangelho as pessoas simples que escutavam Jesus captavam com toda beleza e profundidade o simbolismo do sal, e entendiam que o Evangelho pode pôr na vida do ser humano um sabor e uma graça desconhecidos.
Jesus fala do perigo do “sal se tornar insípido”. São João da Cruz  diz: “ Deus nos livre que o sal comece a evanescer-se, porque, por mais que pareça algo por fora, em substância já não será mais nada, quando se está certo de que as boas obras não podem ser feitas a não ser em virtude de Deus”.
Para ser “sal da terra”, o importante são as boas obras que nascem do amor e da ação do Espírito em nós.

A luz
A vocação de Israel é a de ser luz. Também é a vocação dos discípulos de Jesus. A luz que resplandece nos discípulos é a de Cristo Ressuscitado, ele que é a “luz do mundo”. É por meio das “boas obras”, as obras de misericórdia, que a luz resplandece e ilumina, não para exaltar a pessoa, mas para mostra-las. Àquele que é a fonte de todo bem: “o Pai que está nos céus”. A medida do sal e a intensidade da Luz são a medida da ação de Deus na vida do discípulo. Somente desse modo sal e luz conservam sua prioridade e função específicas. Apenas quando o discípulo se deixa conduzir pelo sopro de Deus, é movido unicamente pelo desejo de servi-lo, e que ele exprime a sua verdadeira identidade.
Para o povo da Bíblia, a luz recorda o primeiro ato do criador1 , momento a partir do qual foi desencadeado o processo da harmonia do universo. Por isso as mães judias celebravam, ao cair da tarde às sextas, o rito da luz, ao acenderem as lâmpadas que marcavam o início do sábado, cercada dos filhos recitavam uma grande oração. Essa lâmpada “faz o céu descer em todas as casas dos judeus, enchendo-as de uma paz há muito esperada e saudada com alegria; fazendo de cada casa um santuário, do pai um sacerdote, e da mãe que acende as velas um anjo de luz”2 .

O Servo de Javé será “luz das nações” 3, e a própria Lei é chamada de luz. Em Is 60,1-3 Jerusalém é convidada a se levantar e resplandecer, porque chegou sua luz e a glória de Javé desponta sobre a cidade. À luz de Jerusalém caminharão todas as nações.
Na prática do amor fraterno, na misericórdia, o ser humano brilha como uma luz, porque ele reflete a Glória divina.

Vamos pensar um pouco
1 – A nossa fé perdeu o sabor? O que poderíamos fazer para vivermos tudo de maneira nova: transformar a solidão em convivência, a tristeza em a alegria, a rotina de todo dia em festa.

2 - Nós cristãos podemos fazer algo de mais significativo em nossa sociedade que dê sabor à vida, algo que a purifique, cure e liberte do egoísmo?

Fonte: 
A Bíblia dia a dia 2014 – Paulinas 

Festa da Apresentação do Senhor

"Eu, a luz, vim ao mundo para que aquele que crê em mim não permaneça nas trevas" Jo 12,46 

Hoje, celebramos uma grande festividade: a APRESENTAÇÃO DE JESUS NO TEMPLO. É também chamada festa de Nossa Senhora da Luz, Nossa Senhora da Candelária e tantos outros títulos que ela leva e que são lembrados neste dia. 

A Bíblia dá-nos a narração da primeira vez em que Jesus é levado ao Templo. Vai nos braços de Maria, que é acompanhada por São José. Aí está o velho Simeão, que toma Jesus nos braços, para dizer que "agora ele pode despedir-se em paz da vida". 

"Eis que este menino foi colocado para a queda e a elevação de muitos em Israel e para sinal de contradição. Uma espada haverá de atravessar teu coração...", disse ele a Maria. De facto, a mais feliz, a mais bem-aventurada de todas as mães foi também aquela que mais sofreu. 

A festa de hoje é das mais antigas que existem no cristianismo. Quatro séculos depois do nascimento de Jesus, já se faziam procissões, pregações e celebrações muito solenes, nesse dia 2 de Fevereiro.

©Evangelizo.org
Despertar a memória do Batismo – o Papa na audiência geral iniciou um ciclo de catequeses sobre os sacramentos



Após a pausa natalícia o Papa Francisco retomou na manhã desta quarta-feira as audiências gerais na Praça de São Pedro. O Santo Padre iniciou hoje um ciclo de catequeses sobre os sacramentos. Hoje falou-nos sobre o Batismo:

“O Batismo, juntamente com a Eucaristia e a Confirmação, forma a chamada «iniciação cristã», que nos configura com o Senhor Jesus e faz de nós um sinal vivo da sua presença e do seu amor.”


O Batismo é um dom concedido num contexto de solicitude e partilha fraterna – continuou o Santo Padre. Na verdade, não se trata de uma mera formalidade, mas, no Batismo, somos imersos naquela fonte inexaurível de vida que é a morte de Jesus, o maior ato de amor de toda a história; e, em virtude deste amor, podemos viver uma vida nova de comunhão com Deus e com os irmãos – afirmou ainda o Santo Padre. E foi neste momento da audiência que o Papa Francisco lançou um desafio a todos os fiéis presentes:


“Quem de vocês sabe o dia do seu Batismo? Levante a mão? São poucos, mas olhai que é importante.”


Permito-me de dar-vos um conselho, quando regressarem a casa procurem e perguntai a data do vosso batismo, para saberdes quando foi esse dia belo do Batismo”

“É na força do Batismo, com efeito, que, libertados do pecado original, somos introduzidos na relação de Jesus com Deus Pai; somos portadores de uma esperança nova, que nada nem ninguém pode apagar; somos capazes de perdoar e de amar mesmo quem nos ofende e nos faz mal; conseguimos reconhecer nos últimos e nos pobres o rosto do Senhor que nos visita e faz-se próximo.”


O Santo Padre recordou ainda que ninguém se batiza a si próprio, sendo portanto, necessário pedi-lo e desejá-lo pois é um dom que deve ser celebrado num contexto de solicitude e partilha fraterna.


“Peçamos ao Senhor que nos faça experimentar cada vez mais, na vida diária, a graça recebida no Batismo. Quando os outros se cruzarem connosco, possam encontrar verdadeiros filhos de Deus, verdadeiros irmãos e irmãs de Jesus, verdadeiros membros da Igreja.”

No final da audiência o Papa Francisco saudou também os peregrinos de língua portuguesa:

“Dirijo uma cordial saudação aos peregrinos de língua portuguesa, encorajando-vos a todos a viver o vosso Batismo como realidade atual da vossa existência. Não deixeis que vos roubem a vossa identidade cristã! Com estes votos, invoco sobre vós e vossas famílias a abundância das bênçãos do Céu.”

O Papa Francisco a todos deu a sua bênção. (RS)

Site Radio Vaticano
DICAS BÍBLICAS - JANEIRO 2014

Este é o meu Filho amado; nele está o meu agrado.




Texto de Mt 3,13-17
No Batismo de Jesus, Mateus apresenta o diálogo entre João Batista e Jesus. Afirma que Jesus é maior que João Batista e a finalidade é, desde o início do relato evangélico, afirmar a identidade e a missão de Jesus. O batismo é o momento, a ocasião da investidura messiânica de Jesus. No centro estão as palavras de Jesus a João Batista; “Deixa estar por enquanto, pois assim nos convém cumprir toda a justiça”. Trata-se das primeiras palavras de Jesus registradas no Evangelho de Mateus. É a partir dessas palavras que se afirma poder ler todo o Evangelho de Mateus sob este ângulo: o da justiça. Jesus, portanto, é aquele que vem trazer para dentro de nossa sociedade e história a justiça que constrói o Reino.
Mateus é o evangelista que conserva o diálogo entre João Batista e Jesus. Mateus põe na boca de João Batista a expressão: “Sou eu que devo ser batizado, por ti e tu vens a mim”? João Batista não é o Messias, e o batismo por ele pregado é a preparação para receber o verdadeiro batismo no Espírito, trazido por Jesus.
Jesus se submete ao batismo como forma de cumprir a vontade, ”a justiça” do Pai. Submetendo-se ao batismo de João, Jesus assume o projeto do Pai. Que é de solidarizar-se com a humanidade que sofre, com a causa das pessoas. A justiça de Deus chegou à sua realização na pessoa de Jesus.

O céu se abre
“Jesus saiu logo da água: eis que os céus se abriram e viu o Espírito Santo de Deus descer como uma pomba sobre ele”. O céu se abre para que desça o que é celeste. É na oração de Jesus que o céu se abre, isto é, na oração de Jesus é que se dá uma verdadeira comunicação entre o céu e a terra. E o Espírito Santo, do qual Jesus é revestido para a sua missão, faz com que a terra não seja estranha ao céu, e o céu ilumine o que é da terra.
Batizado, Jesus sai imediatamente da água e logo os céus se abriram. A plena revelação de Deus “os céus abertos” se concretiza no ato de Jesus assumir o projeto do Pai. Assim inicia a nova criação. No relato do Batismo, o Espírito de Deus desce e toma posse de Jesus, ungindo-o para a missão que ele, enquanto Messias irá realizar. Ressoa na terra a voz do Pai, vinda do céu: “Este é o meu Filho amado, no qual encontro a minha complacência”. O verdadeiro Batismo de Jesus é quando o Espírito desce sobre ele e permanece.

O despertar da vida
O primeiro movimento de vida na Bíblia, é uma dança do Espírito sobre as águas. É como uma pomba que procura o seu ninho, que desperta a vida que está para nascer. Desde então, o Espírito e a água estão ligados aos despertar da vida. Por isso, estão presentes no Batismo de Jesus e em nosso batismo: como uma nascente. A voz do céu explica, de qual vida! “Este é o meu Filho, o amado: nele coloquei a minha complacência”. 
“Filho”. Cada filho vive a vida do pai, pois não tem em si mesmo a própria nascente, ela vem de outro. Aquela mesma voz desceu também sobre o nosso Batismo e declarou-nos filhos. Com o Batismo fomos imersos na Nascente, para tornar-nos uma coisa única, como a água e a Fonte, como o ramo e a Videira.

Vamos pensar um pouco
1 – Jesus se submete ao batismo como forma de cumprir a vontade do Pai. Em outras palavras, submete-se ao batismo de João, Jesus assume o projeto do Pai. Qual é esse projeto?

2 – Como podemos ser nascentes de vida na nossa vida, na comunidade?

Fonte: 
A Bíblia dia a dia 2014 – Paulinas 
Imagem – Cláudio Pastro
Roteiros homiléticos – José Bortolini
MISSA COM PRIMEIRA EUCARISTIA

Adolescentes, jovens e Adultos tiveram seu primeiro encontro com o Cristo Eucarístico, na celebração da santa Missa, presidida pelo Padre Marcos.

 

 


CRISMA

Missa do Crisma, presidida por nosso Bispo Diocesano Dom Tomé, realizado para jovens e adultos.


 

 

 


3º Domingo do Advento – A – espiritualidade 



(1) – O 3º Domingo do Advento traz uma evidente mensagem de alegria e de júbilo. É conhecido como “Dominica Gaudete”, devido a antífona de entrada que canta: “alegrai-vos sempre no Senhor, repito, alegrai-vos!”
(2) – O motivo da alegria, celebrado no 3º Domingo do Advento é pela proximidade do Natal. Alegria também porque no Natal vemos e tocamos que Deus realiza o que promete. 

(3) – O modo como a alegria cristã realiza-se no meio do povo estará descrito no Evangelho: a presença de Deus entre nós renova todas as coisas; renova principalmente a vida humana. 
Solenidade da Imaculada Conceição de Maria – espiritualidade 


(4) – Em Maria, a humanidade aceita Jesus Cristo que vai nascer como gente. Para ser a Mãe do Senhor, ela deveria ser totalmente pura; totalmente imaculada, sem nenhuma mancha. A Imaculada Conceição é obra divina.

(5) – A proposta do Pai é refazer aquele mundo de paz e felicidade, estragado pelo pecado, que havia sido proposto no início da criação da pessoa humana. Com o seu “SIM”, Maria se torna colaborada central para que Deus volte a viver entre nós. 

(6) – A pureza imaculada da Virgem Maria, Mãe de Jesus, fez com se tornasse a pessoa humana mais próxima de Deus. Por isso, a ela recorremos em nossas necessidades. 
Creio na ressurreição da carne – o Papa na audiência geral apelou à oração pelas religiosas raptadas na Síria

Uma manhã fria mas cheia de Sol em Roma, com largos milhares de peregrinos na Praça de São Pedro, para a primeira audiência geral de Advento. O Papa Francisco na sua catequese continuou com o tema do Credo, em particular na passagem em que se afirma: «Creio na ressurreição da carne». Segundo o Santo Padre, este artigo do Credo professa uma verdade que, aos nossos olhos, não é fácil nem evidente. A prova de que há ressurreição dos mortos é que Jesus ressuscitou dos mortos. 

“Antes de mais, a própria Sagrada Escritura contém um caminho em direção à fé plena na ressurreição dos mortos. Esta exprime-se como fé em Deus Criador de todo o homem – alma e corpo – e como fé em Deus libertador, o Deus fiel à aliança com o seu povo.”

“Jesus, no Novo Testamento, cumpre esta revelação e liga a fé na ressurreição à sua própria pessoa: Eu sou a ressurreição e a vida.”

Mas o que significa ressuscitar? – perguntou o Papa Francisco. A ressurreição acontecerá no último dia, no fim do mundo, por obra da omnipotência de Deus que restituirá a vida ao nosso corpo juntando-o à alma por força da ressurreição de Jesus.

“Esta transformação, esta transfiguração do nosso corpo é preparada nesta vida pelo encontro com Cristo Ressuscitado nos Sacramentos, especialmente na Eucaristia. Nós que nesta vida nos alimentarmos do Seu Corpo e do Seu Sangue ressuscitaremos como Ele, com Ele e por meio d’Ele. Como Jesus ressuscitou com o Seu corpo, mas não regressou a uma vida terrena, assim nós ressuscitaremos com os nossos corpos que serão transfigurados em corpos gloriosos, corpos espirituais.”

Desta forma – adiantou ainda o Santo Padre - a nossa ressurreição está intimamente ligada à ressurreição de Jesus. Fomos inseridos na morte e ressurreição de Cristo pelo Batismo; assim, à espera do último dia, temos já em nós uma semente de ressurreição; o corpo de cada um de nós é ressonância de eternidade; por isso mesmo deve ser respeitado e sobretudo deve ser respeitada e amada a vida das pessoas que sofrem para que sintam a proximidade da condição eterna da vida para a qual caminhamos.

“ Por isso também o corpo de cada um de nós é ressonância de eternidade, portanto, deve ser sempre respeitado, e sobretudo deve ser respeitada e amada a vida de todos os que sofrem, para que sintam a proximidade do Reino de Deus, daquela condição de vida eterna em direção à qual caminhamos.”

O Papa Francisco saudou também os peregrinos de língua portuguesa, em particular os fiéis de Criciuma e Ribeirão Preto no Brasil e os portugueses vindos de Leça da Palmeira na Diocese do Porto.
 

No final da audiência o Papa Francisco apelou à oração pelas 5 religiosas raptadas na Síria, país dilacerado pela guerra, para o qual o Santo Padre, mais uma vez, apelou para a paz. (RS)

Radio Vaticano

Solenidade da Imaculada Conceição de Maria – espiritualidade 


(1) – No próximo Domingo, a Igreja celebra a Solenidade da Imaculada Conceição da Virgem Maria. No tempo de Advento, Maria ajuda-nos a crescer espiritualmente em vista do encontro com Jesus, na sua segunda vinda e no seu Natal. 

(2) – Quando Maria aceitou ser a mãe de Deus feito gente, aceitou, não só o Menino, mas tudo o que o Menino trazia da parte do Pai; todo o projeto divino para a humanidade. 


(3) – A celebração da imaculada conceição de Nossa Senhora é um convite a termos um coração puro, como o coração de Maria Santíssima. 

SAL-Serviço de Animação Liturgica

Impensável uma Igreja sem alegria – o Papa na missa desta terça-feira


A Igreja tem que ser sempre alegre como Jesus. Esta a principal mensagem do Papa Francisco na missa desta terça-feira na Capela da Casa de Santa Marta. Desenvolvendo a sua homilia a partir do binómio paz e alegria o Santo Padre refletiu sobre as leituras do dia. O profeta Isaías diz-nos que a paz leva-nos ao Messias. No Evangelho encontramos o coração alegre de Jesus:

“Nós pensamos sempre em Jesus quando pregava, quando curava, quando caminhava, andava pelas ruas, mesmo durante a Última Ceia... Mas não estamos muito habituados a pensar num Jesus sorridente, alegre. Jesus era cheio de alegria. Naquela intimidade com o seu Pai: ‘Exultou de alegria no Espírito Santo e louvou o Pai’. É precisamente o mistério interno de Jesus, aquela relação com o Pai no Espírito. É a sua alegria interna, a sua alegria interior que Ele nos dá.”

Jesus ama tanto o Pai que não pode falar d’Ele sem alegria. E esta é a verdadeira paz. A paz cristã é plena de alegria. Também assim deve ser a Sua Igreja: muito alegre – afirmou o Papa Francisco:

“Não se pode pensar uma Igreja sem alegria e a alegria da Igreja é mesmo isto: anunciar o nome de Jesus. Dizer: ‘Ele é o Senhor. O meu esposo é o Senhor. É Deus. Ele salva-nos, Ele caminha connosco’. E aquela é a alegria da Igreja, que nesta alegria de esposa torna-se mãe. Paulo VI dizia: a alegria da Igreja é precisamente evangelizar, andar em frente e falar do seu Esposo. E também transmitir esta alegria aos filhos que ela faz nascer, que ela faz crescer.” (RS)

Radio Vaticano
ADVENTO


O Advento não é tempo penitencial, mas tempo de espera comedida, com um forte apelo de conversão. Nas duas primeiras semanas, a Igreja fortalece a esperança na 2ª vinda de Jesus e, nas duas outras semanas, alegra-se com a celebração da 1ª vinda de Jesus, na Encarnação. Não é tempo de grande exultação, porque a vigiância, no início do Advento pede prudência e, a alegria ainda é contida, como de uma Mãe grávida que não pode dançar de felicidade. Bom início de Ano Litúrgico a todos!
1º Domingo do Advento – A Espiritualidade


4) – A espiritualidade do 1º Domingo do Advento incentiva-nos a viver vigilantes porque o Senhor virá. A vigilância é importante em nossas vidas, para que a normalidade do cotidiano não nos distraia das coisas de Deus.

(5) – O melhor modo de viver na vigilância cristã, isto é, atento com as coisas de Deus, é cultivando a esperança. Desde modo estaremos preparados para o encontro com Jesus, quando ele vier na glória. 


(6) – A espiritualidade do 1º Domingo do Advento incentiva-nos a levar a esperança cristã a todos os irmãos e irmãs. É uma espiritualidade que nos motiva a reacender a esperança no meio do povo. 

SAL-Serviço de Animação Liturgica
"Creio na ressurreição da carne": catequese desenvolvida pelo Papa Francisco na audiência geral, na praça de São Pedro, sob um frio glacial


Dezenas de milhares de pessoas se congregaram nesta quarta de manhã, na praça de São Pedro, não obstante o vento glacial que sopra sobre Roma. Eis o resumo em português da catequese desenvolvida pelo Papa Francisco em italiano:

Queridos irmãos e irmãs,
Para levar a termo o ciclo de catequeses sobre o Credo, desenvolvidas durante o Ano da Fé, tratar-se-á agora o tema da ressurreição da carne. Hoje o faremos sob o prisma da morte em Cristo. Existe um modo equivocado de conceber a morte: para alguns, ela é o fim de tudo, um caminhar para o nada. Tal ideia só pode trazer medo e desilusão. Contudo, cada um de nós, ao perder uma pessoa amada, experimenta a convicção de que não pode ter acabado tudo. Trata-se de uma sede de vida que encontra na ressurreição de Cristo uma resposta real, que garante uma certeza de vida para além da morte. Por fim, justamente porque cremos que esta vida é uma peregrinação para a vida futura, é necessário estar vigilantes, preparando-nos para a morte, sobretudo, por meio da prática da misericórdia para com os mais fracos e necessitados, com quem Jesus quis se identificar de modo especial: assim nossa morte se tornará uma porta que nos introduzirá no Céu, para a nossa morada junto de Deus.


Dirijo uma cordial saudação aos peregrinos de língua portuguesa, presentes nesta Audiência, especialmente aos grupos vindos do Brasil. Queridos amigos, buscai ser sempre solidários com aqueles que sofrem, na certeza de que compartilhar a dor e infundir esperança é premissa e condição para receber em herança o Reino dos Céus preparado para nós. Que Deus vos abençoe!
 

Rádio Vaticano