SOLENIDADE DE PENTECOSTE
A Catequese de Crisma de Nossa Paróquia, se reuniu com os jovens de nossa Diocese, no dia 19/05, na Catedral de Rio Preto, com nosso Bispo Dom Tomé. Foi uma manhã de reflexão, encerrada com a Santa Missa.

 

 

 

 




Missa de Pentecostes 
Celebração Presidida pelo Diácono Nilton na Capela Santa Luzia - 19/05/13



 



Reflexão e aprofundamento
Tema: Ministros Ordenados: mestres da oração



O sacramento da ordem concedido aos Ministros Ordenados é de instituição divina, isto é, foi criado pelo próprio Cristo. Os presbíteros nas palavras do apóstolo Pedro devem “ser pastores do rebanho de Deus” (cf.1Pd 5,1-4). Isto nos diz que os ministros ordenados não são apenas administradores em suas dioceses ou comunidades paroquiais; são sim, fiéis cristãos que receberam, no Sacramento da Ordem, uma marca perpétua na alma, que não se apaga jamais. Esta marca os constitui ministros de Cristo, mestres da oração, para servir não a si mesmos, mas ao povo de Deus.
Os ministros ordenados ao responderem o chamamento divino oferecem o próprio testemunho de vida. São assim, mestres da oração e amigos de Deus para cuidar com zelo de todos os vocacionados e vocacionadas, homens e mulheres que desde o batismo foram chamados por Deus a uma vocação.
Vemos na primeira carta de São Pedro que os ministros ordenados devem ter um “coração generoso; não por torpe ganância, mas livremente; não como dominadores daqueles que lhes foram confiados, mas antes, como modelos do rebanho” (cf.1Pd 5,1-4). Para ser um modelo do rebanho implica ao ministro ordenado ser íntimo de Deus.
A intimidade na oração, a capacidade de disciplinar-se para rezar a sós (Lc 11, 1-13) e com a comunidade, antes e depois das atividades.
Encontramos na Exortação Apostólica, Verbum Domini: “no diálogo com Deus, compreendemo-nos a nós mesmos e encontramos respostas para as perguntas mais profundas que habitam o coração”. (cf. Verbum Domini, 1ª parte, nº 23, p. 48, Paulinas).
O papa Bento XVI nos recordou, durante o Ano sacerdotal, que três aspectos são essenciais na vida do sacerdote para que seu testemunho seja eficaz. O primeiro se refere à amizade com Cristo, cultivada a partir da escuta da sua Palavra. O segundo aspecto é o dom total de si mesmo a Deus, que se concretiza no ministério pastoral e na “alegria de se tornar companheiro de viagem de tantos irmãos, para que se abram ao encontro com Cristo e sua Palavra torne-se luz para o seu caminho” (Bento XVI, mensagem para o 47º Dia Mundial de Oração pelas Vocações). O terceiro aspecto é o viver a comunhão. Os ministros ordenados, mestres da oração, “devem ser homens de comunhão, abertos a todos, unidos ao rebanho inteiro que a bondade do Senhor lhes confiou, ajudando a superar divisões, enxugar lágrimas, a resolver
divergências e incompreensões” (idem).
Por fim, fundamento imprescindível de toda vida dos ministros ordenados permanece a amizade com Deus como afirma a Constituição Dogmática Dei Verbum 2: “... na riqueza do seu amor fala aos homens como amigos e convive com eles, para os convidar e admitir à comunhão com Ele.” Neste sentido, esta amizade íntima com Deus só pode ser encontrada na oração cotidiana dos ministros ordenados. Elemento essencial para um testemunho vocacional coerente e sincero. A doação de si mesmos a Deus e a vivência da comunhão sustentam a fortalecem a vida da Igreja, atrai novas vocações para o ministério ordenado e a vida consagrada religiosa ou secular.

Podemos nos perguntar como comunidade: Qual a nossa contribuição para que os nossos ministros ordenados: bispos, presbíteros e diáconos sejam de fato “mestres da oração”?

CUIDADO COM A GANÂNCIA-José Salviano

18º DOMINGO TEMPO COMUM

E PARA QUEM FICARÁ TUDO O QUE ACUMULASTE?


Evangelho - Lc 12,13-21


                        Então aquele homem ambicioso trabalhou, e trabalhou, não fez outra coisa na vida além de acumular riquezas. Se especializou em fazer isso de tal forma, que foi considerado um campeão em gerar riquezas. Não se importou com a sua saúde, com a família, muito menos com o amor aos filhos, porque para ele tudo se reduzia a um grande comércio, e todas as relações entre as pessoas se resumia em um constante TOMA LÁ DÁ CÁ. Afeto, carinho, fraternidade, são coisas sem a menor importância. O respeito, apenas o respeito a Deus para ele, é uma coisa até importante. Porém, isso não deve atrapalhar a corrida louca e insana pela busca de mais lucros e rendimentos.
            Fábricas, lojas, navios, iates, muitos imóveis em sua cidade e também em outras, shoppings, empresas de transportes. Sua riqueza se multiplicou de forma assustadora, e, ao contrário do que se possa pensar, o seu sono não era uma pausa repousante, pois vivia aterrorizado com a possibilidade de estar sendo lesado pelos seus gerentes espalhados pelas suas múltiplas empresas.  Não era um homem tranqüilo, sereno, muito menos feliz. Vivia atormentado por vários tipos de medo: Medo de ser sequestrado, ou de ter um filho nas mãos de bandidos exploradores exigindo resgate, medo de possíveis crises econômicas, medo de não poder contar com a confiança de seus empregados, medo daqueles que poderiam lhe pedir doações, esmolas, e algum tipo de ajuda. Por isso, vivia praticamente isolado, nem se vestia tão bem quanto o podia, para não chamar a atenção, não gostava de festas, evitava todo tipo de desperdício, economizava em tudo na maior mesquinharia, só era gentil e "amoroso" com quem lhe poderia proporcionar algum tipo de lucro. Em suma, aquele homem, gênio, uma verdadeira máquina de acumular riquezas, não viveu a vida. Não desfrutou sua existência, nem mesmo quando era jovem.  Porque diversão significava desperdício de tempo e dinheiro, duas coisas que para ele eram inaceitáveis. 

            E PARA QUEM FICARÁ O QUE TU ACUMULASTE?

            E assim, suas vistas se escureceram, e o final de sua vida chegou... Com os movimentos limitados pela artrose, pela artrite, vistas cansadas, surdez de um dos ouvidos, esclerose, mau humor, irritabilidade com todos, só uma coisa ele tinha em abundância: DINHEIRO! MUITO DINHEIRO. Depois de uma certa idade, ele acreditava poder COMPRAR TUDO COM O DINHEIRO! E tentou recuperar o tempo perdido nos vários anos de uma corrida louca em busca da riqueza! Mas como isso não é possível, constantemente ficava muito irritado quando era recusado quando fazia algumas de  suas propostas indecentes...
            A essa altura os seus filhos, herdeiros naturais, não paravam de brigar pela divisão da herança. Cada um pretendia ficar com a mais rendosa parte, com a melhor fatia do grande bolo.  A divisão deveria ser igual para todos mesmo para um dos filhos que era um vagabundo e boêmio total.  Quanta fortuna, gerando tanta infelicidade entre um família que via a cada dia, o seu grande afortunado indo embora, e deixando tudo para aqueles que não trabalharam para acumular tanto valor...

Tomai cuidado contra todo tipo de ganância!

            Foi exatamente por causa disso, por causa das consequências da usura exacerbada, que Jesus fez essa advertência.  Riqueza, ao contrário do que pensam os pobres, nem sempre é motivo de tranquilidade, de paz e de felicidade.  E a pior coisa, é que a ganância quase sempre tira o ser humano do caminho da salvação eterna."Assim acontece com quem ajunta tesouros para si mesmo, mas não é rico diante de Deus.

 " Descansa, come, bebe, aproveita!' Mas Deus lhe disse: 'Louco! Ainda nesta noite, pedirão de volta a tua vida. E para quem ficará o que tu acumulaste?"

            A riqueza em sim não é má. Ela pode e deve ser usada para o progresso, é preciso que hajam ricos que toquem fábricas pois sem elas não existe crescimento da economia, nem  empregos para os pobres...  O problema do acúmulo da riqueza consiste no que ela pode fazer no psiquismo, ou na cabeça do dono dela. Aquele que levou sua vida toda acumulando riqueza de forma egoísta, e às custas da exploração dos menos favorecidos pela sorte, e nada aplicou dessa sua fortuna pelo bem da humanidade, muito menos para aliviar o sofrimento daqueles que vivem na miséria parcial e total, agiu como um loco, como disse Jesus: "'Louco! Ainda nesta noite, pedirão de volta a tua vida. E para quem ficará o que tu acumulaste?"
 Ele acumulou uma fortuna somente para ele, mais não poderá desfrutar dela, e o principal motivo é que morrerá e deixará tudo aí para os outros.

            Porque a nossa vida não se resume em acumular riquezas. "AVIDA DE UM HOMEM NÃO CONSISTE NA ABUNDÂNCIA DE BENS."

Conclusão
Caríssimos.
            A liturgia desse domingo Jesus nos convida a uma reflexão forte sobre a nossa atitude diante dos bens materiais. Porque eles, em geral, e o dinheiro, em particular, não são maus em si, ou de  modo absoluto.  Eles podem ser usados para o bem. Por isso Jesus em uma outra passagem do Evangelho, nos exorta a fazer amigos com o dinheiro. Fazemos amigos com nossos bens materiais ou espirituais, com os talentos que nos foram dados por Deus, como o dom de cantar, de escrever, de curar pela medicina,  quando os colocamos não somente ao nosso serviço, não somente para nós, mas também ao serviço da sociedade, em benefício do irmão carente, e daqueles que não foram favorecidos pela sorte como nós. Deus nos presenteia com algum tipo de talento exatamente para isso: para que o usemos não somente em nosso benefício, mas também em benefício do irmão.
            Aí, o dinheiro se torna motivo de libertação, de alegria e de vida para si e para os demais irmãos. Aí, então, tornamo-nos amigos dos pobres, e viveremos em paz com  Deus. Pois "toda vez em que destes uma esmola a um pobre, foi a mim que destes". É impossível agradar a Deus sem agradar ou ajudar aquele que necessita, aquele que é nosso irmão e clama por uma ajuda. Ajuda essa que não nos custa muito ou quase nada. Pois tudo aquilo que sobra na nossa casa, na nossa vida, pode crer que está faltando na casa e na vida de alguns dos nossos irmãos em cristo. Portanto, não podemos contar com a amizade do Pai se não matamos a fome dos seus filhos, nossos irmãos, já que Esse mesmo Pai nos proporcionou talentos suficientes para construir um verdadeiro império de bens materiais, que não deve ser usado somente em nosso benefício.

              A Carta de São Paulo aos Colossenses nos dá uma receita ideal de como deveremos ser: Diz nos ele: "Se ressuscitastes com Cristo, esforçai-vos por alcançar as coisas do alto...aspirai às coisas celestes e não às coisas terrestres." 
Irmãos. Até podemos aspirar o progresso pessoal, desde que não nos esqueçamos daqueles que do nosso lado vivem da miséria, na carência parcial ou total de bens indispensáveis a uma vida digna com qualidade.
" Portanto, fazei morrer o que em vós pertence à terra: imoralidade, impureza, paixão, maus desejos e a cobiça, que é idolatria."

            Podemos até cumular bens materiais, mas sem idolatrar o dinheiro e a tudo o que com ele podemos comprar. Usemos tudo como se não os estivéssemos usando. Ter um carro não é pecado nem luxo. Luxo é ter um super carro, e pecado é humilhar o irmão que não pode ter nem uma bicicleta.

"Já vos despojastes do homem velho e da sua maneira de agir e vos revestistes do homem novo, que se renova segundo a imagem do seu Criador..."
            É isso aí, meus irmãos. Mudemos as nossas atitudes em relação ao que possuímos, e sejamos pessoas novas. Homens novos e mulheres novas em relação à nossa mentalidade com relação aos bens materiais, e a nossa compaixão diante daqueles que sofrem.
Vai e faça o mesmo.

Bom domingo.


José Salviano.

Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto do teu ventre!


 Discípulos missionários a partir do Evangelho de Lucas


Texto de Lc 1,39-56

A Assunção da Mãe de Deus é a festa da vitória de Deus e do seu Cristo, sobre o mal e a morte. Deus é o Senhor da vida. É a festa da Páscoa do ser humano, da participação da nossa humanidade na Páscoa de Cristo. A festa da Assunção é a festa do destino do ser humano a plenitude da felicidade, a glória celeste. Assunção é sinal concreto de esperança para toda a humanidade.

Nesta festa, Lucas traz o cântico de Maria, exaltando a grandeza de Deus. O magnificat de Maria é o resumo da obra de Deus com ela e em torno dela. Humilde serva foi exaltada por Deus para ser a mãe do Salvador e participar de sua glória, pois o amor verdadeiro os une para sempre. Sua grandeza vem da maravilha que Deus opera nela. Em Maria, Deus tem espaço para operar maravilhas. Essa maravilha só é possível porque Maria está “cheia de graça”. Ela é serva, está a serviço e por isso, sabe colaborar com as maravilhas de Deus.
No seu canto Maria proclama a grandeza de Deus: "Meu espírito se alegra em Deus, meu Salvador, porque ele olhou a pequenez de sua serva". Maria é feliz porque Deus tocou em sua pequenez. É o Deus dos pequenos. Maria canta com a mesma alegria com que Jesus abençoa o Pai, porque ele fica oculto para os "sábios e prudentes" e se revela "aos simples". A fé de Maria, no Deus dos pequeninos, nos faz sintonizar com Jesus.

Maria proclama o Deus "Todo Poderoso", porque a sua misericórdia se estende de geração em geração". Deus coloca o Seu poder ao serviço da compaixão. Sua misericórdia abrange todas as gerações. Deus é misericordioso para com todos. Ele disse aos discípulos de todos os tempos: "Sede misericordiosos como o vosso Pai é misericordioso". Desde seu coração de mãe, Maria percebe, como nenhuma outra pessoa, a ternura de Deus Pai e Mãe e nos introduz ao núcleo central da mensagem de Jesus: Deus é amor compassivo.

Maria proclama o Deus dos pobres:  "tira de seus tronos os poderosos" e deixa-os impotentes para continuar com sua opressão; pelo contrário, "exalta os humildes" para que recuperem sua dignidade. Clama aos ricos o que é roubado dos pobres e "os despede de mãos vazias". E aos famintos, "ele os enche de bens" para desfrutar de uma vida mais humana. Maria leva-nos a aceitar a Boa Nova de Jesus: Deus é o Deus dos pobres.


Este texto leva à experiência

O olhar de Maria nos ajuda a amá-la, a imitá-la, a confiar nela com um espírito novo e mais evangélico. Maria é a mulher que acredita. A primeira seguidora de Jesus. A mulher que sabe meditar no seu coração os feitos e as palavras de seu filho Jesus. A mulher profetisa que canta a Deus, salvador dos pobres, que ele anuncia. A mãe fiel que permanece ao lado de seu Filho perseguido, condenado e morto na cruz. A Testemunha de Cristo Ressuscitado, que recebe junto aos discípulos, o Espírito que acompanhará sempre a Igreja de Jesus.

O canto de Maria leva a Vida
Lucas nos convida a fazer nosso o cântico de Maria, AA fim de nos deixarmos conduzir pelo seu espírito até Jesus. No canto do Magnificat resplandece mais ainda, a fé de Maria e sua identificação materna com seu Filho Jesus. Ela nos ensina a seguir Jesus, anunciando o Deus da compaixão, trabalhando para um mundo mais fraterno, confiando no Pai dos pequenos.
A grandeza do pobre é que ele se dispõe a ser servo de Deus, superando todas as servidões humanas.
A exaltação de Maria é sinal de esperança para os pobres. Sua história também joga luz sobre o papel da mulher, especialmente da mulher pobre, duplamente oprimida. Maria é a mãe da libertação.

O canto de Maria nos questiona:
Maria foi feita participante nas iniciativas de Deus. Deus não se impôs a Maria. Ela foi feita parceira em pé de igualdade no processo. Deus fez à mulher Maria, uma proposta jamais  acontecida antes. Maria escolheu dizer sim. Maria é uma mulher forte, inteligente, que questiona, muda o curso da história humana e até inverte a natureza da espiritualidade, imergindo ela mesma, no Divino.
O que é que Deus quer, de fato, das mulheres? Que espécie de sinal é Maria para todos nós, hoje? O que é que eu poderia encontrar em Maria, para respeitar e imitar?


Fonte:  
Agenda Bíblica – Paulinas 2013
Bigotto Giovani Maria - Maria: a mãe de Jesus – Paulinas 2013
Vida Pastoral N° 291



                                                           ORAÇÃO DO MÊS DE AGOSTO

Como Igreja celebramos neste mês, o mês das vocações. Por isso, Senhor, queremos agradecer os inúmeros irmãos e irmãs que respondem sua vocação colocando – se a serviço do evangelho e dos irmãos. São os padres na vivência do seu pastoreio e profetismo, religiosos que vivem sua vocação consagrando suas vidas ao evangelho. São muitos os leigos engajados e comprometidos com a vossa igreja e o Reino. Queremos agradecer aos catequistas pela dedicação e amor com que  ajudam nossas crianças e os adultos a se educarem na fé. Queremos agradecer aos Ministros da Eucaristia que nos ajudam na distribuição do pão eucarístico aos irmãos e especialmente aos enfermos. E os inúmeros agentes de pastoral, cada um em sua pastoral, movimentos e serviços que vem ajudando os irmãos a viverem sua fé.
      
 Mas queremos te pedir para ajudar-nos a despertar aqueles que ainda não responderam a seu chamado. Pois, como vós mesmo dissestes, a messe continua grande e os operários poucos. Enchei-nos sempre do vosso espírito abrasador para queimar os corações mais quietos e acomodados e assim responderem a sua vocação.  
 
      Senhor, que com a vossa graça, cada vez  mais pessoas atendam aos vossos apelos e assim  sejamos e tenhamos uma igreja sempre mais ministerial para a edificação do vosso reino.
      
 Amém.

Pe. Emanuel Cordeiro Costa
Por que escolhi ser catequista.


“A messe é grande e os operários são poucos” Mt 9, 37

  Em meio a um mundo cheio de descaso e desamor, em meio a um mundo hostil, hipócrita e egoísta. Em meio a um mundo frio, agressivo e frágil. Em meio a um mundo libertino e inconstante. Em meio a uma geração desordeira e sem valor. Eu escolho ser catequista. Eu escolho levar, carregar, testemunhar a carta de amor chamado Evangelho (Boa Nova). Eu escolho no mundo de Hoje, ser catequista com minha Igreja Mãe e Educadora, e estar em comunhão com todos os batizados comprometidos e unidos ao corpo místico do Cristo Jesus.
  No mundo de Hoje, escolho ser catequista porque quero oferecer meu corpo como hóstia viva, santa e agradável a Deus; Escolho ser catequista como discípulo (a)  missionário(a) de Jesus, que permanece em sua palavra para conhecer a verdade “a verdade que liberta” (Jo 8,32).
  Eu escolho ser catequista, e a seguir Jesus e segui-lo, é viver do Espírito da verdade que o Pai envia em seu nome, e conduz a verdade plena.
   Escolho ser catequista porque Jesus me ensina assim como ensinou seus discípulos, o amor incondicional da verdade: “Seja o vosso ‘sim’, sim, e o vosso ‘não’, não”. (Mt 5,37).
  E ser catequista é optar pela verdade, porque sendo portadores da carta do amor divino, requer caráter, autenticidade, coragem, é também reconhecer acima da tudo que o amor ao próximo é inseparável do amor de Deus.
  Eu escolho ser catequista porque é preciso, estar sempre com a carta de amor nas mãos, e emanar às capacidades espirituais e morais de minha pessoa, e ouvir sempre o clamor exigentente e permanente de Deus, me lembrando a todo instante de minha conversão interior, a fim de me fazer instrumento, e obter mudanças sociais que estejam realmente em favor de seu Reino.
  Eu escolho ser catequista, e viver, e testemunhar a caridade, porque ela representa o maior mandamento social, no mundo de hoje. Respeitar o outro e seus direitos. Exige a pratica da justiça, e só ela nos torna, capazes de educar na fé fraternalmente. Ela nos inspira uma vida de auto-doação: “Quem procurar ganhar sua vida vai perdê-la, e quem a perder vai conservá-la.” (Lc 17,33).
  Escolho ser catequista porque, antes de tudo o Senhor me escolheu para ser sua testemunha, seu servo, seu discípulo (a) missionário (a) neste século. (Is 43,10)
Que Deus e a Virgem Santíssima, derrame as suas benção sobre todos os catequistas, para que fortalecidos e restaurados no Espírito Santificador, continuem sendo neste mundo, os embaixadores fiéis, de uma linda e perfeita carta de amor, chamada Evangelho.
“Não devemos ter medo de ser um Cristão e viver como um Cristão” (Papa Francisco)
Ir Eliane Tofaneli
Mestra de Noviças

Congregação dos Filhos(as) do Coração de Jesus e de Maria – Monte Aprazível