Com a palavra
NOME: Luiz Roberto da Silva
IDADE: 54 ANOS
NUMERO DE FILHOS: 2 FILHOS


1.     PASCOM: Para o Senhor o que é ser Pai? E o que mudou na sua vida depois que descobriu a paternidade?
LUIZ: Ser pai é a coisa mais maravilhosa do mundo, depois que vêm os filhos tudo que a gente faz é pensando neles, principalmente quando são criancinhas ainda, você quer chegar do serviço mais cedo, brincar com eles. Tudo na correria, mas eu gosto de Ser pai. Depois que eu fui pai, a vida mudou bastante, quando é só você e a esposa é uma coisa, depois que vêm os filhos, até se você vai comer uma coisa diferente já pensa “vou levar pra eles também”. É isso aí!

2.     PASCOM: Filhos dão trabalho? Qual a importância que o senhor acha da religião em auxílio da Educação da família?
LUIZ: Falar que filhos não dão trabalho é mentira, mas você tem que os levar no caminho certo, mostrando o que é certo e o que é errado, tendo uma boa educação em casa, uma religião, e o seguimento principal tem que ser a família. Levando desde o começo pra Igreja, tendo bons amigos, não dão trabalho não, mas o principal é a educação dentro de casa. 
A religião muda tudo, ela é o básico de tudo. Se uma pessoa que não tem religião, for largada e solta no mundo “tudo que é porcaria, vem nele”, mas se desde criança formos levando pra Igreja e ensinando, dá tudo certo.

3.     PASCOM: O Senhor conseguiu ser o pai que sonhou?
LUIZ: Cem por cento não, sempre tem uma coisa que escapa não tem jeito de ser um pai cem por cento. Mas eu fiz o possível pra ser o pai que sonhei. Eu planejei dar uma boa educação, as coisas que eles queriam , o melhor, mas não é fácil, tem que explicar pra eles o que podemos dar, se a gente for dar tudo que eles querem e um dia vier uma dificuldade eles não entendem. Passamos muitas dificuldades financeiras, mas na parte familiar graças a Deus isso eu consegui  eu e a Fátima, sempre fizemos o melhor pra eles.

4.    PASCOM:  Hoje, se você tivesse de escrever uma cartinha/mensagem para seus filhos lerem, daqui há alguns anos, o que você escreveria?
LUIZ: Meus filhos, lembrem sempre da educação que demos a vocês, nunca desviem do caminho do bem, sempre tendo Deus no coração. Não se afastem da Igreja, façam o bem pensando nos outros. Levem uma vida certa sem desviar que vocês terão a vida sempre tranqüila.

5. PASCOM: Estamos em meio ao mês das vocações. Sr. Luiz, como é para você ser pai de um seminarista?
LUIZ: No começo foi meio que uma surpresa. Nós achávamos que o Bruno iria fazer faculdade, tínhamos uns amigos professores que sempre se dispunham ajudá-lo quando fosse a época certa. Mas, desde criança ele vinha nos dando sinais. Adorava ir às missas, ia até sozinho quando não podíamos levar. Quando fez 16 anos, ele chegou e disse que queria ser padre, eu perguntei se era isso que ele “queria mesmo” para sua vida, disse que sim, então, nós o apoiamos, temos que apoiar os filhos.
Levávamos ele, sempre que precisava, nos encontros em Rio Preto, ficávamos esperando no carro. É uma satisfação imensa ter um seminarista na família.  A vida mudou pra melhor depois disso, eu freqüentava só as missas, agora já estamos quase que cem por cento na Igreja, sempre estamos ajudando. Nós achávamos que ser católico era ir a Igreja só de sábado e domingo, mas depois que tivemos um filho seminarista, estamos sempre ajudando, então tudo mudou pra melhor. Eu tenho amigos que vão no meu trabalho e agora perguntam do Bruno, falam que viram ele falando que é bonito, e a gente fica muito feliz.


A PASCOM agradece sua disponibilidade e deseja um FELIZ DIA DOS PAIS!

Por PASCOM - Paróquia São João Batista de Nhandeara
De Patricia Camillo 










Com a palavra
NOME: EUGENIO FRANCISCO CAMURI
IDADE: 79 ANOS
NUMERO DE FILHOS: 2 FILHOS E 2 FILHAS
NETOS: 5
BISNETOS: 1




1.     PASCOM: Para o Senhor o que é ser Pai? E o que mudou na sua vida depois que descobriu a paternidade?
EUGENIO: Ser pai é uma coisa que não tem como a gente dizer de tão bom que é. É uma pena que às vezes eu não fui o pai especial que deveria ser mas eu tentei fazer o possível. Quando me descobri pai, mudou muito, a responsabilidade, problemas que foram resolvidos, alegrias, felicidades, e tudo mudou na vida da gente e pra muito melhor.

2.     PASCOM: Filhos dão trabalho? Qual a importância que o senhor acha da religião em auxílio da Educação da família?
EUGENIO: Sim, normal dar trabalho, mas vale a pena. É um trabalho que a gente devolve aquilo que a gente fez para os pais da gente. O trabalho dos filhos é pra isso aí, para lembrarmos que um dia também demos trabalho para nossos pais.  Que também fomos filhos.
A religião é tudo, a família sem religião é uma família sem Deus, onde não há Deus não há nada. A religião não salva, mas ajuda, ensina o caminho da salvação. Religião faz com que a gente aprenda viver melhor, se explique melhor, deposite mais confiança. Quando a gente tem uma religião, nós temos um Deus presente.

3.     PASCOM: O Senhor conseguiu ser o pai que sonhou?
EUGENIO: Não, fiquei muito a desejar. Deixei muitas vezes de fazer a responsabilidade que tive, por exemplo exigindo que os filhos fossem a Igreja. É uma falha que eu tenho, devia ter exigido mais e mais, porque realmente depois de formados e crescidos procuram abandonar, e foi o que aconteceu. Nesse ponto, eu como pai, cristão e católico, falhei.  Eu digo muito aos pais aí que tenham condição de exigir isso de seus filhos, que não deixem  passar a oportunidade. 
Eles me dizem que eu sou um exemplo para eles. Eu tenho esse orgulho de escutar isso ainda, eles dizem “ Pai o Senhor é tudo pra mim na vida” se eu sou tudo, eu sou exemplo de religião também “neh”  e de tantas coisas e testemunhos. Nesse ponto eu consegui ser o pai que sonhei, mas eu poderia ter sido melhor ainda, porque a gente nunca é aquilo que queremos ser, muitas vezes esquecemos de alguma coisa, e passa.

4.    PASCOM: Hoje, se você tivesse de escrever uma cartinha/mensagem para seus filhos lerem, daqui há alguns anos, o que você escreveria?
EUGENIO: Eu diria que valeu a pena ser pai deles, e que eles copiassem um pouquinho da gente, não só o que eu fiz, mas fizessem mais ainda. Porque vale a pena, no final da vida a gente vai ver os pontos positivos e os negativos.
Eu deixaria como lembrança o tempo de vida que tivemos, a felicidade mesmo na pobreza nós fomos felizes. Lembrar os tempos bons de quando a mãe deles era viva...momentos bons que tivemos na vida, hoje ela não se encontra mais, valeu a pena viver!
Eu digo aos filhos que tem filhos, procurem dar exemplo de Igreja, testemunho vivo de que Deus vive na vida da gente, mas ele exige da gente também um esforço maior que é a evangelização da família e a união em primeiro lugar, a união e a tolerância uns para com os outros e que vivam sempre em paz!



A PASCOM agradece sua disponibilidade e deseja um FELIZ DIA DOS PAIS!


Por PASCOM Paróquia São João Batista de Nhandeara
De Patricia Camillo



Com a palavra
NOME: Paulo Cesar Poloni
IDADE: 55 anos
NUMERO DE FILHOS: 2 meninos



1.    PASCOM: Cesar, para você o que é ser Pai? E o que mudou na sua vida depois que descobriu a paternidade?
CESAR: Ser pai é uma dádiva, bênção de Deus. Ser pai é ter participação na vida dos filhos. É o amor incondicional no coração, no crescimento diário, um eterno aprendizado. Quando me tornei pai tudo mudou, comecei a ver a vida com outros olhos e o coração mais aberto. Sou muito agradecido pelos dois filhos que Deus me confiou.

2.     PASCOM: Filhos dão trabalho? Qual a importância que você acha da religião em auxílio da Educação da família?
CESAR: Sim, filhos dão muito trabalho, mas com nosso jeito, com amor, paciência e ponderância vamos aprendendo a lidar com desafios.
A religião é muito importante. Primeiramente, temos que nos encantar por Jesus Cristo para podermos dar testemunho para que nossos filhos possam ser pessoas do bem e querer bem a todos. Quando a família tem uma caminhada, fica mais fácil os filhos seguirem nossas pegadas. Creio que o despertar da Fé passará por esse encantamento. A família pode e deve colocar Deus em seu centro.

3.    PASCOM:  Você conseguiu ser o pai que sonhou?
CESAR: Espero que sim, tudo que fiz e faço é para o melhor deles.

4.     PASCOM: Hoje, se você tivesse de escrever uma cartinha/mensagem para seus filhos lerem, daqui há alguns anos, o que você escreveria?
CESAR: O que motivou escrever para vocês meus filhos, foi só para dizer que amo muito vocês e cada dia sempre amarei. Espero que quando vocês lerem esta cartinha o AMOR ainda esteja em alta. Amor esse que deixei plantado em vossos corações. Filhos, vocês são a formula mais perfeita da minha criação.

5.    PASCOM:  Estamos em meio ao mês das vocações. Cesar, como é para você ser pai de um seminarista?
CESAR: Ser pai de seminarista, para mim é um aprendizado. Sou muito agradecido a Deus e a Virgem Maria, pelo exemplo da Mãe ele disse SIM a seu chamado.  Cabe a nós pais: “ é necessário orar sempre, sem jamais esmorecer” (Lc 18,1). Sendo pai de seminarista, eu aprendi amar mais a Deus, minha família e ser testemunho de Cristo.

A PASCOM agradece sua disponibilidade e deseja um FELIZ DIA DOS PAIS!


Por PASCOM - Paróquia São João Batista de Nhandeara
De Patricia Camillo

Vocação Sacerdotal

“Tu és sacerdote para sempre, segundo a ordem de Melquisedec.” (Sl 109, 4)

Mas quem foi Melquisedec?

Este homem foi rei de Salém e sacerdote do Deus Altíssimo. Em Gêneses, capítulo 14, Melquesidec manda trazer pão e vinho, e abençoa Abrão, dizendo:

 “Bendito seja Abrão pelo Deus Altíssimo, que criou o céu e a terra! Bendito seja o Deus Altíssimo, que entregou os teus inimigos em tuas mãos!”. E Abrão deu-lhe o dízimo de tudo.” (Gn 14, 18s)

Então percebemos que Melquisedec, muito antes da vinda de Jesus, já trazia em si a essência de Cristo. Quando ele manda trazer o pão e o vinho e após, abençoa Abrão, mesmo lhe sendo superior, testemunha a superioridade, através da humildade, a todos os sacerdotes. Sendo assim, Abrão dá-lhe o dízimo, mesmo não sendo da mesma linhagem sacerdotal.
Muito citado nas Epístolas dos Hebreus, Melquisedec se mostra uma figura maior que qualquer outro que viveu em sua época, mesmo não trazendo uma genealogia, o que era indispensável naquela época, pois a pessoa era o que sua genealogia representava, como podemos observar no texto a seguir:

“... conforme seu nome indica, primeiramente “rei de justiça” e, depois, rei de Salém, isto é, “rei de paz”. Sem pai, sem mãe, sem genealogia, a sua vida não tem começo nem fim; comparável sob todos os pontos ao Filho de Deus, permanece sacerdote para sempre." (Hebreus, 7, 2s)

Assim como Cristo, Melquisedec traz um sacerdócio que ultrapassa a compreensão humana, sendo maior ainda que todos os sacerdotes conhecidos, pois foi lhe dado por Deus diretamente e ele vive sendo sacerdote e não se tornando sacerdote.
Diz ainda a Sagrada Escritura, que o sacerdócio passado de geração em geração pelo simples fato de passar, não dava o direito de uma simples tribo deter todos os direitos e deveres que Deus deixou e, não restringia apenas a eles a vocação sacerdotal. Mas Deus em sua imensa misericórdia e sabedoria traz um sacerdote ainda maior que todos aqueles que existia.

"Se a perfeição tivesse sido reali­zada pelo sacerdócio levítico (porque é sobre este que se funda a legislação dada ao povo), que ne­cessidade havia ainda de que surgisse outro sacerdote segundo a ordem de Melquisedec, e não segundo a ordem de Aarão? Pois, transferido o sacerdócio, forçoso é que se faça também a mudança da Lei. De fato, aquele ao qual se aplicam estas palavras é de outra tribo, da qual ninguém foi encarregado do serviço do altar."(Hebreus, 7 -11 a 13)



Assim, o maior sinal dado por Deus para conosco de que todos têm o direito e o dever de ter sacerdotes foi trazer seu filho Jesus na descendência de uma tribo em que nada foi deixado de encarregar do oficio sacerdotal, que foi a tribo de Judá. E Cristo o maior sacerdote que existiu, aquele que foi fiel e temente aos desígnios de Deus, que fazia a vontade do Senhor Deus sem questionar, apresenta uma semelhança com Melquisedec, para o qual não foi deixado o sacerdócio por mãos humanas mas pela vontade de Deus.

"E é notório que nosso Senhor nasceu da tribo de Judá, tribo a qual Moisés de nada encarregou ao falar do sacerdócio. Isto se torna ainda mais evidente se se tem em conta que este outro sacerdote, que surge à semelhança de Melquisedec, foi constituído não por prescrição de uma Lei humana, mas pela sua imortalidade. Porque está escrito: Tu és sacerdote eternamente, segundo a ordem de Melquisedec. Com isso, está abolida a antiga legislação, por causa de sua ineficácia e inutilidade. Pois a Lei nada levou à perfeição. Apenas foi portadora de uma esperança melhor que nos leva a Deus" (Hebreus, 7 – 14 a 19)

Como podemos observar, Melquisedec torna em seu tempo o maior e único sacerdote, pois foi por Deus instituído e pelo coração aceito e respeitado por Abraão. Isto nos mostra que devemos respeitar os nossos sacerdotes e se formos chamados para servir precisamos atender, assim como Melquisedec e Cristo Senhor. E o que nos chama a atenção é que independentemente de onde vinham ou descendiam, se a vontade de Deus brotava no coração nada poderia ser feito, a não ser seguir e fazer a vontade Dele, pois uma vez jurado a vontade de Deus sacerdote para sempre será: "Jurou o Senhor e não se arrependerá: tu és sacerdote eternamente." (Hebreus, 7 – 21)


Para maior compreensão transcrevo o capítulo 7 da Epistola dos Hebreus, onde esclareceremos ainda mais sobre a palavra do Senhor na Santa Escritura.

"1. Este Melquisedec, rei de Sa­lém, sacerdote do Deus Altís­simo, que saiu ao encontro de Abra­ão quando este regressava da derrota dos reis e o abençoou, 2.ao qual Abraão ofereceu o dízimo de todos os seus despojos, é, conforme seu nome indica, primeiramente “rei de justiça” e, depois, rei de Salém, isto é, “rei de paz”. 3.Sem pai, sem mãe, sem genealogia, a sua vida não tem começo nem fim; comparável sob todos os pontos ao Filho de Deus, permanece sacerdote para sempre.* 4.Considerai, pois, quão grande é aquele a quem até o patriarca Abraão deu o dízimo dos seus mais ricos espólios. 5.Os filhos de Levi, revestidos do sacerdócio, na qualidade de filhos de Abraão, têm por missão receber o dízimo legal do povo, isto é, de seus irmãos. 6.Naquele caso, porém, foi um estrangeiro que recebeu os dízimos de Abraão e abençoou o detentor das promessas. 7.Ora, é indiscutível: é o inferior que recebe a bênção do que é superior. 8.De mais, aqui, os levitas que recebem os dízimos são homens mortais; lá, porém, se trata de alguém do qual é atestado que vive.* 9.Por fim, por assim dizer, também Levi, que recebe os dízimos, pagou-os na pessoa de Abraão, 10.pois ele já estava em germe no íntimo deste, quando aconteceu o encontro com Melquisedec. 11.Se a perfeição tivesse sido reali­zada pelo sacerdócio levítico (porque é sobre este que se funda a legislação dada ao povo), que ne­cessidade havia ainda de que surgisse outro sacerdote segundo a ordem de Melquisedec, e não segundo a ordem de Aarão? 12.Pois, transferido o sacerdócio, forçoso é que se faça também a mudança da Lei. 13.De fato, aquele ao qual se aplicam estas palavras é de outra tribo, da qual ninguém foi encarregado do serviço do altar. 14.E é notório que nosso Senhor nasceu da tribo de Judá, tribo à qual Moisés de nada encarregou ao falar do sacerdócio. 15.Isto se torna ainda mais evidente se se tem em conta que este outro sacerdote, que surge à semelhança de Melquisedec, 16.foi constituído não por prescrição de uma Lei humana, mas pela sua imortalidade.* 17.Porque está escrito: Tu és sacerdote eternamente, segundo a ordem de Melquisedec. 18.Com isso, está abolida a antiga legislação, por causa de sua ineficácia e inutilidade. 19.Pois a Lei nada levou à perfeição. Apenas foi portadora de uma esperança melhor que nos leva a Deus. 20.E isso não foi feito sem juramento. Os outros sacerdotes foram instituídos sem juramento. 21.Para ele, ao contrário, interveio o juramento daquele que disse: Jurou o Senhor e não se arrependerá: tu és sacerdote eternamente. 22.E esta aliança da qual Jesus é o Senhor, é-lhe muito superior. 23.Além disso, os primeiros sacerdotes deviam suceder-se em grande número, porquanto a morte não permitia que permanecessem sempre. 24.Este, porque vive para sempre, possui um sacerdócio eterno. 25.É por isso que lhe é possível levar a termo a salvação daqueles que por ele vão a Deus, porque vive sempre para interceder em seu favor.* 26.Tal é, com efeito, o Pontífice que nos convinha: santo, inocente, imaculado, separado dos pecadores e elevado além dos céus, 27.que não tem necessidade, como os outros sumos sacerdotes, de oferecer todos os dias sacrifícios, primeiro pelos pecados próprios, depois pelos do povo; pois isso o fez de uma só vez para sempre, oferecendo-se a si mesmo. 28.Enquanto a Lei elevava ao sacerdócio homens sujeitos às fraquezas, o juramento, que sucedeu à Lei, constitui o Filho, que é eternamente perfeito." 
(
Hebreus, 7 - Bíblia Católica Online)

Por PASCOM - Paróquia São João Batista de Nhandeara
De Robert R. Morales


MÊS DE AGOSTO


O mês de Agosto é marcado por celebrações voltadas às vocações. Para iniciarmos esse mês é importante que entendamos sobre o que realmente vamos tratar. Vocação significa “chamado”. Todos nós já fomos chamados primeiramente a vocação a vida e nossa missão é zelar por ela da melhor forma possível.

A Igreja celebra as vocações sacerdotais (1º semana), familiares (2º semana), religiosas (3º semana) e leiga/catequista (4º semana).

Cada vocação se apresenta como vontade de Deus para onde são destinadas. O vocacionado ao sacerdócio executando seus trabalhos como pastor da messe. Os casais, com a vocação matrimonial, comprometendo-se em viver uma casamento santo, espelhado na vontade de Deus para suas famílias. Os religiosos, dedicando sua vida inteiramente ao amor, serviço e anúncio do evangelho. E por fim, temos os leigos, em sua missão de evangelizadores elevando o nome de Jesus de forma clara e temente a seus ensinamentos.

E è partindo de cada vocação que a Igreja se estrutura para IR de encontro a humanidade. É necessário que estejamos prontos e de corações abertos ao Chamado de Deus, e sermos arquitetos da fé que professamos, dando a cada dia um toque de amor, acompanhando as mudanças e evoluções sem que nos distanciemos da Palavra de Deus.

Aproveite esse mês e descubra sua vocação!

Por PASCOM - Paróquia São João Batista de Nhandeara
De Patricia Camillo

3 Noite do Pijama dos Coroinhas



 No final de semana do dia 20 e 21 de julho/2019, foi realizado na Paróquia São João Batista de Nhandeara, a 3ª. Noite do Pijama com a Pastoral dos Coroinhas, para sabermos mais sobre essa atividade, a Coordenadora Juliana Tirapeli que a 4 anos trabalha com está pastoral, nos fala um pouco sobre o que aconteceu:

_”A exatamente 3 anos atrás, pensando como a pastoral dos coroinhas, tivesse um retiro espiritual, voltado para a idade deles, veio a ideia de fazer algo aconchegante como o calor do Lar de cada um, nasceu a 1 noite do pijama.
_Fez se a 1ª., 2ª. e o desejo cultivado nestes anos, foi realizada a 3ª.
_Nestas noites, tem início com a Santa Missa, trata se de assuntos relacionados a família, a igreja e o amos a Jesus e Maria.
_Neste ano o tema foi: Família e oração, onde a família participou falando do orgulho de ver seus filhos nesta pastoral e já se colocando a serviço do altar. Oração, momentos de adoração e reflexão realizadas por pessoas de nossa paróquia que ajudam as crianças, momentos de descontração com uma baladinha, brincadeiras e um lual com Maria. A família também tem o seu momento na noite do pijama momentos de adoração ao Santíssimo Sacramento, palestras   voltadas para eles, e até brincadeira entre pais e filhos.

_Momento por eles esperado por um ano todo, neste ano contamos com 50 crianças, de 5 a 11 anos.
_Tudo só é possível realizar, pois contamos sempre com o apoio do nosso Padre Marcos, e de toda a equipe de apoio (equipe de palestras, música, cozinha, acólitos e pequena Missionárias do amor).
_E o mais importante, o apoia da família de cada coroinha. Que venha 2020”

Está noite do pijama como a Coordenadora Juliana nos falou, traz um incentivo para todos os coroinhas, motivando a participação e a integração entre pastoral e família, faz com que eles se sintam realmente membros participativos do corpo da Paroquia.
É importante sabermos também não só como é a noite do pijama, mas também como é participar desta atividade, e para isso, o Coroinha Raphael Scatolin Neves de 10 anos, que já participa da Pastoral a 3 ano, nos conta como foi sua experiência:

_” Minha 3ª. noite do pijama começou com a missa no sábado, e eu fui comentarista pela primeira vez na missa. Eu gostei muito da experiência e quando acabou a Missa, teve início a noite do pijama. Nós levamos salgado e refrigerante para confraternizar com todos, e depois começou com palestra sobre a Família, com coordenadores de Pastoral e também a Juliana nossa Coordenadora, falou sobre nossa pastoral com a família dos coroinhas.

_Tivemos o momento do terço com nossa família e eu participei rezando um mistério do terço (costumo rezar o terço em casa com meus pais). Depois do Terço nossos pais foram embora e teve início nosso encontro.
_Tivemos momentos de oração, refletimos sobre Jesus, cantamos, dançamos e depois a grande surpresa (que esperamos todos os anos) a baladinha, depois nos preparamos para dormir.

_Acordamos cedo para ir a capela fazer oração, cantar, brincar e dançar. Meus Pais fizeram uma palestra sobre ser Pais de Coroinhas (eles demonstraram a felicidades de ver-me servindo o altar).
_Tivemos vários momentos de orações, de escuta da palavra de Deus e da importância de sermos cristãos que busca no altar a felicidade e o encontro das famílias.
_De tudo isso o que mais me deixa feliz, é que entendo, que nós coroinhas somos uma família!”
Desse depoimento, podemos ver a beleza e a importância da Pastoral dos Coroinhas, levando a essas crianças, o amor a família, o pertencimento a Deus e a dedicação desde cedo ao Altar.
Por PASCOM – Paroquia São João Batista de Nhandeara
De Jean C.Barbosa






Acampamento dos Acólitos

 


Neste último final de semana, aconteceu o Acampamento dos Acólitos, onde estiveram reunidos 16 jovens da Paróquia São João Batista de Nhandeara, coordenado pelos Jovens Vinicius Simão de 23 anos de idade e 11 anos servindo o Altar como Acólito, Gabriel B.Rangel de 17 anos de idade e 4 anos servindo o Altar como Acólito, juntamente com o Pároco Padre Marcos de Oliveira. O Acampamento aconteceu na Capela do São Benedito, uma das comunidades rurais da Paróquia, teve início no sábado (13/07) por volta das 13h30 e término no domingo (14/07) com o almoço.


O Coordenador Vinicius conta: “nós trabalhamos com dinâmicas que tinham como propósito a união do grupo, a confiança no próximo, e o acolhimento do grupo para com os membros mais novos”
Além das atividades desenvolvidas, tiveram a participação do Seminarista Bruno, que após a Missa trabalhou a reflexão das Leituras e do Evangelho.

O Coordenador Gabriel falou sobre esta experiência “cada vez se considera uma nova, a união designada através de todos os Acólitos e o amor para com Deus e nossas atividades que realizamos durante todas as missas. Somente Gratidão”

O Acampamento contou com a participação de novos membros que fizeram sua primeira experiência com o grupo, um deles é o jovem Otavio A. Fernades de Melo, de 12 anos de idade, que falou um pouco como foi participar deste evento pela primeira vez: “Sobre a minha experiência ela foi muito positiva, pois durante o acampamento eu pude conhecer melhor os meninos que são acólitos. Como eu fui convidado para participar da Pastoral dos Acólitos a pouco tempo eu não conhecia muitos meninos que já participam dela. Fui muito bem recebido por todos. O momento mais marcante, para mim, foi quando participei de uma dinâmica, onde tínhamos que mostrar como Deus se manifesta em nossa vida, e isso me fez pensar como Deus é importante na nossa vida. Por ser minha primeira experiência fora de casa e com pessoas que eu não conhecia, aprendi como é importante a convivência em grupo e como é bom fazer novas amizades. Parei para pensar mais em Deus, pois lá fiquei desconectado do meu celular. Sou grato por ter sido convidado”


O local escolhido deu a oportunidade para fazer uma trilha  no domingo de manhã, “Durante o percurso observamos os detalhes da natureza, o céu e fazíamos reflexões sobre as maneiras em que Deus se manifesta perante a humanidade” assim nos conta Vinicius.








Publicado por PASCOM (Paróquia São João Batista de Nhandeara) - 19/07/2019.