Quaresma: Tempo de Conversão e de preparação para a maior Festa Cristã!



"Eis que o Senhor fez conhecer a salvação e revelou sua justiça às nações."

Na Quarta-feira de Cinzas o cristão católico inicia o período quaresmal. Quarenta dias que somos convidados a reviver nossa conversão diária, como diz o nosso Papa Francisco, “é um tempo para reencontrar a rota da vida”. E este reencontro só é possível quando nos permitirmos interiorizar o amor a Jesus Cristo amando o próximo. Viver a Quaresma é acompanhar os passos de Jesus na Via Crúcis (Caminho da Cruz) com entendimento. Entender que o amor verdadeiro passa pela cruz, transborda de plenitude. Acompanhar esses passos é sofrer, mas é um sofrimento que liberta, que nos leva à Ressurreição, nos leva a vencer a morte. Morte que vivenciamos quando vemos nossos irmãos vivendo em condições precárias, faltando-lhes moradia, saúde, saneamento básico, alimentação básica, educação...
No tempo quaresmal, para nos ajudar a entender melhor o sentido da Via crucis, temos a Campanha da Fraternidade que, neste ano de 2019, apresenta o tema: Fraternidade e Políticas Públicas e o lema: “Serás libertado pelo direito e pela justiça” Is 1, 27. Repensar nosso papel de cidadão e como exercemos nossa cidadania, também é dever de todo cristão. Participar da política vai além de ser candidato a um cargo, é preciso não só eleger, mas acompanhar, sugerir, cobrar, mostrar-se preocupado e atuante com o próximo.
Assim, seremos imitadores de Cristo, percorreremos o caminho pelo qual Ele passou e do qual não excluiu ninguém. Ensinou-nos que a Oração nos leva a ter um relacionamento de intimidade com Deus e nos faz perseverar na luta contra as injustiças. O Jejum e a penitência nos permite olhar para dentro de nós mesmos para vivenciar o encontro pessoal com o Pai de Misericórdia, que nos ajuda a abrandar o nosso coração e vivenciar a caridade na doação para o irmão. E, a exemplo de Cristo, lutarmos pelo direito e pela justiça, gastando todo o nosso ser para gerar vida e salvação a todos os povos.

Dom Orani é nomeado membro da Congregação para a Evangelização dos Povos.

O Cardeal brasileiro Orani Tempesta também é membro de outras duas Congregações Pontifícias

CNBB


DomOraniO arcebispo do Rio de Janeiro, cardeal Orani João Tempesta, foi nomeado neste sábado, 13, pelo Papa Francisco, membro da Congregação para a Evangelização dos Povos.

Desde que se tornou cardeal, em fevereiro deste ano, Dom Orani já foi designado membro da Congregação para a Educação Católica e do Pontifício Conselho para os Leigos.

A Congregação para a Evangelização dos Povos, criada pela bula Inscrutabili Divinae, em 1622, tem como objetivos propagar a fé pelo mundo, coordenar as forças missionárias, proporcionar diretrizes para as missões, promover a formação do clero, incentivar a fundação de novos institutos missionários e prover ajuda material para as atividades missionárias.
Dez motivos para ler a Bíblia. Qual é o seu?


A Igreja celebra em setembro o mês da Bíblia

Aproveite este mês para ler a Bíblia, meditar com ela, permitir que seja lâmpada para os seus passos, luz para seu caminho. Considere que existam pelo menos dez razões para entrar no fascinante mundo da Sagrada Escritura.

1. Conhecer a Deus
Seria impossível sabermos algo de Deus se Ele não nos tivesse revelado. E isso Ele fez através da Sua Palavra. Por isso, para poder conhecê-Lo e criar com Ele uma relação pessoal de amor e confiança, é indispensável ler a Sua Palavra.
2. Conhecer a si mesmo
A Palavra de Deus penetra até o ponto de divisão entre a alma e o espírito (cfr. Eb 4,12). Lê-la nos permite conhecer a fundo nós mesmos. Isso sem partir da ótica humana do juízo e da condenação, mas do olhar esperançoso e misericordioso de Deus.
3. Receber luz
O salmista afirma que a Palavra é lâmpada para os passos e luz no caminho (cfr. Sl 119, 105). Tem sempre uma mensagem para iluminar a sua situação atual. Tem sempre alguma coisa de pertinente a lhe dizer; às vezes o consola, outras vezes exorta. Pode também tranquilizar, às vezes o inquieta e agita, mas pode ter certeza que lhe dá sempre aquilo de que precisa para a alma.
4. Dialogar com Deus
Tem quem acredite que rezar consiste somente em falar com Deus, porque Ele não diz nada. Mas Deus fala através da Sua Palavra. Ler a Bíblia lhe permite escutar aquilo que Ele quer dizer, para poder depois respondê-Lo, dialogar com Ele e, com a Sua graça, colocar em prática.
5. Participar da reflexão e da oração de toda a Igreja
Quando você lê os textos proclamados a cada dia na Missa, ou na Liturgia das Horas, une-se a milhões de católicos em todo o mundo que, naquele mesmo momento, estão lendo, escutando, refletindo, rezando com as mesmas palavras. Ler a Palavra lhe permite participar ativamente da unidade e universalidade da Igreja.
6. Colocar-se dentro da história da Salvação
Ler a Bíblia lhe permite descobrir como Deus se revelou ao ser humano, estabeleu uma aliança com o homem, promeu o Seu amor e a Salvação e respeitou esta promessa. Conhecer o passado lhe permite compreender o presente e vivê-lo com a alegria de saber que está fazendo parte do povo de Deus, que você é membro do Seu rebanho, ovelha do Bom Pastor.
7. Conhecer, compreender e amar a Igreja
Ler a Bíblia lhe permite conhecer a Igreja da qual faz parte para compreendê-la e amá-la mais, e se alegrar pelo fato de pertencer a ela sabendo que foi fundada por Cristo. Além do fato de que é formada por seres humanos propensos ao erro, como você e eu. A Igreja é conduzida através da história pelo Espírito de Deus.
8. Anunciar a Boa Nova
Ler a Bíblia lhe permite cumprir o mandato de Jesus de ir ao mundo todo e anunciar a Boa Nova (cfr. Mc 16,15). Apenas conhecendo a Escritura é possível compartilhar a Sua luz com outros.
9. Conhecer e defender a fé
São Paulo diz que cada texto da Escritura é útil para ensinar (cfr. 2Tm 3,16). Conhecer a Bíblia lhe permite enfrentar quem ataca a sua fé católica e respondê-los não somente com clareza, mas também com argumentações sólidas.
10. Viver com liberdade e alegria
Ler a Bíblia lhe dá liberdade e alegria. A liberdade daqueles que vivem a alegria de ter abandonado a imobilidade das trevas e caminham em direção Daquele que é a Luz. A alegria de saber que Ele está contigo todos os dias, até o fim do mundo, e a alegria de anunciá-Lo aos outros, como pede o Papa Francisco.

Eis aí dez motivos, são apenas os primeiros dez. Leia a Bíblia e você irá descobrir que existem tantos outros.
Julgar e insultar não são próprios de um cristão, diz o Papa


VATICANO, 07 Set. 14 / 10:18 am (ACI).- Neste domingo, 7 de setembro, o Papa Francisco saiu como de costume ao balcão do seu estúdio que depara a Praça de São Pedro para a alocução prévia à oração do Ângelus. Antes da oração mariana, o Pontífice comentou o Evangelho deste domingo, extraído do capítulo 18 de Mateus, que apresenta o tema da correção fraterna na comunidade dos fiéis, e expressou: insultar não é cristão.
O Papa afirmou que o Senhor Jesus “nos ensina que se o meu irmão comete um pecado contra mim, eu devo ter caridade para com ele e, antes de tudo, falar pessoalmente com ele, explicando-lhe que o que ele disse ou fez não é bom. Se o irmão não me ouve, Jesus sugere uma ação progressiva: primeiro, volta a falar com ele com outras duas ou três pessoas; se, não obstante isso, não acolhe a exortação, é preciso dizer à comunidade; e se não ouve sequer a comunidade, é preciso fazer com que sinta a fratura e o distanciamento que ele mesmo provocou”.
A atitude correta diante do pecado do irmão é a de delicadeza, prudência, humildade, atenção para com quem pecou, evitando que as palavras possam ferir. “Vocês sabem que as palavras matam: quando falo mal, faço uma crítica injusta, isso é matar a fama do outro”, expressou o Pontífice.
O objetivo é ajudar o irmão a perceber o que ele fez. Isso também nos ajuda a nos libertar da ira e do ressentimento que nos fazem mal e que nos levam a insultar e a agredir. “Isso é feio. Nada de insultos. Insultar não é cristão”, asseverou.
“A correção fraterna –prosseguiu- é um serviço recíproco que podemos e devemos fazer uns aos outros. E é possível e eficaz somente se cada um se reconhece pecador e necessitado do perdão do Senhor. A mesma consciência que me faz reconhecer o erro do outro, antes ainda me lembra que eu mesmo errei e erro tantas vezes”.
“Por isso, no início da Santa Missa, todas as vezes somos convidados a reconhecer diante do Senhor que somos pecadores, expressando com as palavras e os gestos o sincero arrependimento do coração. E o pedimos para nós, “Senhor, tende piedade de mim”, e não “Senhor, tende piedade dessa pessoa que está a meu lado””, expressou o Papa.
Entre as condições que são comuns dos que participam da celebração eucarística, duas são fundamentais, ressaltou o Papa: todos somos pecadores e a todos Deus doa a sua misericórdia. “Devemos nos lembrar sempre disso antes de corrigirmos fraternalmente o nosso irmão.”
Por fim, Francisco recordou que na segunda-feira, 08 de setembro, celebra-se liturgicamente a Natividade de Nossa Senhora, pedindo aos fiéis que, assim que acordarem, dirijam seu pensamento a Ela, como um filho cumprimenta sua mãe no dia do seu aniversário.

O Papa concluiu a alocução pedindo como de costume as orações dos fiéis por ele e desejou a todos um feliz domingo antes de dar a bênção apostólica.
Diáconos Permanentes celebram 5 anos de ordenação sacertoral


Há cinco anos atrás, no dia 04 de setembro de 2009, eram ordenados diáconos permanentes da Santa Igreja Católica, pela imposição das mãos de Dom Paulo Mendes Peixoto, 4 votuporanguenses: José Roberto de França (paróquia Santa Luzia), Lécio Almeida Alves (paróquia Nossa Senhora Aparecida), Nilton Leme do Prado (paróquia Santa Joana) e Valdimir Massao Okamoto (comunidade Santo Antonio/Santo Expedito), tendo Massao falecido em um acidente automobilístico em 2011. A celebração foi realizada na Igreja Matriz e teve a participação de mais de 2500 pessoas.
Antes de serem ordenados, eles sempre serviam o Reino de Deus em suas comunidades e famílias, vivendo a humildade e o amor de Jesus.
Os diáconos votuporanguenses fizeram parte da primeira turma da Escola Diaconal Santo Estevão, fruto de uma experiência nova para a diocese, onde estudaram por 5 anos. Da mesma turma foram ordenados mais 11 novos diáconos. Uma novidade também foi a ordenação de diáconos permanentes solteiros, entre eles Lécio e José Roberto.
Após a ordenação, estes servos de Deus conciliam os compromissos familiares e empregos com a vida religiosa. Cumprem inteiramente o real sentido da função "diácono", estando a serviço da comunidade, presidindo celebrações, distribuindo a comunhão e administrando os sacramentos do Batismo e Matrimônio. Nunca medem esforços para servir o povo de Deus, e o fazem sempre com muita disposição e alegria, vivendo o amor de Cristo.
Muitas vezes são chamados a outras cidades ou vilarejos da diocese, onde não há padres ou estes estão ausentes, pois o diácono está a serviço da diocese.

Segundo o diácono Lécio, "ser diácono é estar a serviço de Deus na liturgia, na palavra e na caridade". Já o diácono José Roberto afirma que "ser diácono é ser servidor do Reino a exemplo de Jesus".
Ser e agir


SENHOR, dá-nos a graça de sermos transparentes no "ser" e no "agir", anulando em nosso coração, a hipocrisia... 

Queremos ser autênticos em nossas ações da Vida, por isso Te pedimos Pai, ajuda-nos a crescer na superação de nossos defeitos, para que a transparência e a veracidade sejam a nossa melhor beleza interior!... 

Amém!

A maior atitude de fé


Existem tempos que a maior atitude de fé que se pode tomar é simplesmente esperar e acreditar que Deus está contigo.